Soja: Com pressão da China, Chicago intensifica recuo e preços caem quase 2% nesta 2ª feira

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Soja: Com pressão da China, Chicago intensifica recuo e preços caem quase 2% nesta 2ª feira

Soja: Com pressão da China, Chicago intensifica recuo e preços caem quase 2%… – Notícias Agrícolas

O mercado da soja na Bolsa de Chicago ampliou suas baixas no início da tarde desta segunda-feira (7) e, por volta de 12h40 (horário de Brasília), as cotações cediam quase 2%, ou trabalhavam com perdas de 16,50 a 19 pontos entre os principais vencimentos. Assim, o contrato julho/18 já valia US$ 10,17 por bushel.

A maior pressão sobre as cotações, neste início de semana, ainda vem da falta de acordo entre China e Estados Unidos sobre o comércio da soja. A falta de demanda chinesa pela soja americana motiva esse reposicionamento dos fundos investidores, como explicam analistas e consultores internacionais, ao mesmo tempo em que uma melhora das condições de clima nos Estados Unidos favorece o desenvolvimento dos trabalhos de campo.

De acordo com expectativas da consultoria internacional Allendale, Inc., o plantio da soja deverá ser reportado pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) no fim do dia em algo entre 9% e 11%, contra os 5% da semana passada e frente à media de 13% para o período.

“Temos um mercado direcionado pelo clima, com os preços sob pressão de previsões que indicam mais chuvas para partes das Planícies dos EUA, principalmente. No entanto, não se trata de uma total mudança de tendência”, diz um analista à Reuters Internacional.

O mercado internacional se posiciona também à espera do novo boletim mensal de oferta e demanda que o USDA traz nesta quinta-feira, 10 de maio, com suas primeiras impressões de potencial da nova safra.

Além disso, os traders ainda sentiram também a pressão de números fracos dos embarques semanais norte-americanos atualizados pelo USDA nesta segunda.

Na semana encerrada em 3 de maio, os EUA embarcaram 533,667 mil toneladas, enquanto o mercado esperava algo entre 350 mil  e 630 mil toneladas. Com esse volume, o total já embarcado na temporada chega a 44.050,030 milhões de toneladas, contra mais de 49,8 milhões do ano passado, nesse mesmo período, e frente às expectativas totais de exportação de 56,2 milhões de toneladas do USDA para o ano comercial.

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